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Como pescar Sargos

Para a pescar sargos com bóia esta deve ser fina e esguia a fim de mergulhar sem oferecer resistência. Uma bóia redonda de pião por exemplo, o peixe engole a isca e continua o seu caminho pois sente uma resistência anormal e cospe o anzol, as bóias da HIRO são estudadas e concebidas para que isso não aconteça.

As iscadas devem ser pequenas a tapar o anzol n° 4 ou n° 6 para parecer flutuar entre duas águas.

Quanto mais calmo é o mar e a água límpida mais fina deve ser a espessura do fio, não devendo ir abaixo do 0,16 visto o peixe muitas vezes comer debaixo para cima.
A linha não deve notar-se dentro de água, opte por locais com águas remexidas, não só está mais oxigenada como também obriga o peixe a nadar mais depressa e não ter tempo de ver o engano que é a linha ou o anzol às vezes mal iscado.

Os sargos gostam do mar onde faça rabujada e onde a água escoa pois é assim que aproveitam para com a força da água quando escoa juntamente com a sua força e peso próprios arrancarem o percebe e o mexilhão que lhes serve de alimento.




Com mares calmos e águas límpidas não se mostre ao peixe, evitando vestuário com cores fora do ambiente em que se encontra.
Sendo o sargo um peixe que se alimenta de marisco opte pela maré enchente, pois é a encher que eles vão mariscar à beira, fazendo a aproximação da costa com a maré.

A vazar deve-se pescar num pesqueiro avançado. As marés de Lua são marés que vazam muito mas que também enchem muito, dando assim mais actividade ao peixe forçando-o a acompanhar a maré.

Estas marés dão oportunidade de pescarmos em pedras ilhadas e apanhar iscas tanto para pescar como para engodar. Ex.: Mexilhão, ouriço, camarinha, burrié, carangueja, minhoca do conchilho, etc..

Sendo o sargo um peixe desconfiado e astuto, gosta de estar protegido junto às pedras, buracos e fendas nas rochas e no meio do limo de correia chamado laminaria.

O engodo para os sargos deve ser bem pisado de maneira que as cabeças, espinhas e escamas fiquem no fundo do balde, não devendo quando se está a engodar chegar ao fundo com a colher. Quando está quase a acabar retiram-se as espinhas para cima de uma pedra onde não, as pisemos e repetimos a operação. Quando vamos embora as gaivotas agradecem e não escaldamos o pesqueiro.




Locais mais indicados:

Zonas de fundo rochoso, praias de seixos e fundos de pedra e areia.

Iscos para a Bóia

Camarinha, camarão, mexilhão, amêijoa, sardinha, carangueja e minhocas

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